LASERTERAPIA NA PARESTESIA – Allaser
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Daiane Meneguzzo

Daiane Meneguzzo

Doutora em Ciências pelo Centro de Lasers e Aplicações do IPEN/CNEN, USP. Graduada em Odontologia pela Faculdade de Odontologia da USP -SP, Mestre e Especialista em Dentística pela USP -SP.

LASERTERAPIA NA PARESTESIA

A Parestesia é uma alteração ou ausência de sensibilidade nervosa que pode acontecer após um procedimento cirúrgico. Por exemplo, após uma extração dental parte da língua e região dental podem ser acometidas.

 

Enxertos e implantes também podem causar falta de sensibilidade em lábios e queixo. Os sintomas são variáveis desde a ausência total de sensibilidade, até sensações de peso, formigamento, dor e coceira. Dificuldades ao comer, babar-se, dificuldade para passar batom e beijar estão entre as principais queixas dos pacientes.

 

É muito comum os pacientes relatarem: “FIZ A CIRURGIA DE REMOÇÃO DO SISO E AGORA NÃO SINTO PARTES DA MINHA BOCA. O QUE FAZER?“.  Nesta situação ambos paciente e profissional ficam abalados, mas, assim como outros riscos, a parestesia faz parte das possíveis complicações cirúrgicas.

 

E é importante ficar claro que seu acontecimento pode não tem a ver com a destreza do profissional e muitas vezes é devido a variações anatômicas ou até mesmo decorrentes das forma como tecido nervoso respondeu ao estímulo – que em outros pacientes teria sido normal.

 

O tratamento convencional é o uso de vitaminas do complexo B, exercícios e tempo. As vezes demora anos para a sensibilidade voltar, as vezes alguns dias, e há casos que o paciente se acostuma com a parestesia e isso passa a deixar de ser um incomodo.

 

Uma alternativa de tratamento  já bastante relatada na literatura é a fotobiomodulação com laser em baixa intensidade, ou simplesmente, Laserterapia.  O Laser doa energia luminosa favorecendo a regeneração do tecido nervoso lesionado o que leva a recuperação da sensibilidade. O tratamento é vantajoso porque atua diretamente no local onde houve o problema e não apresenta efeitos colaterais.

 

Por ser um risco em qualquer cirurgia, e um risco muitas vezes inesperado, o ideal seria o profissional introduzir o laser ainda no pós operatório da cirurgia. O paciente só tem a ganhar! Terá uma regeneração mais rápida, sem dor e edema evitando também o uso de anti-inflamatórios e analgésicos e ainda de quebra se houve algum tipo de lesão no nervo a laserterapia já acelera sua regeneração e as vezes o paciente nem chega a sentir os sintomas da parestesia.

 

A técnica é rápida e indolor, e o número de sessões varia com o tempo da parestesia. Lesões recentes tendem a melhorar mais rápido, já cheguei a tratar parestesias com 6, 8 sessões. Lesões mais antigas o ideal é reavaliar a cada 10 sessões. É muito importante no entanto o profissional estar atento as necessárias alterações dosimétricas, já que o nervo pode se acostumar com o estímulo e dar um falso resultado que o laser não tem mais ação.

 

De qualquer forma, em ambos os casos, recentes ou antigos, a melhora clínica é sempre percebida.

 

Se você é paciente, aí vai um dica, procure um dentista laserterapeuta, se você é profissional que tal conhecer mais sobre o tratamento a laser?

 

Abordamos como realizar o tratamento de parestesia no curso de Habilitação em Laserterapia exclusivo para dentistas na SLMandic!

 

um grande abraço,

Profa. Dra. Daiane T. Meneguzzo

 

Profissional de laser

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